terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Cidade das Mangueiras

OI! MEU NOME É LENA, ESPERO QUE VC GOSTE DO BLOG, POIS FOI FEITO COM
MUITO CARINHO PARA VC. NUNCA TINHA FEITO UM BLOG, E QUANDO RESOLVI FAZER
NÃO PENSEI DUAS VEZES FIZ JUSTAMENTE DA CIDADE ONDE MORO PARA QUE VC
POSSA CONHECER UM POUCO DESSA MARAVILHA CHAMADA BELÉM-PARÁ-BRASIL

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"http://llenna29.blog.uol.com.br/arch2004-08-15_2004-08-21.html"http://l
lenna29.blog.uol.com.br/arch2004-08-15_2004-08-21.html


"Triste é quando, em vez da manga, o que cai é a própria mangueira."
"Já até recebemos a explicação que a culpa é de quem escolheu as
mangueiras para arborizar a cidade, visto que não são adequadas para
isso. Será mesmo? Bem que gostaríamos de ver os bairros da periferia
cheios de mangueiras, justificando o apelido da cidade. Coisa de
saudosistas, talvez, alguns diriam. Pelo menos não teríamos ruas áridas,
sedentas de verde, em plena Amazônia."


"TENHO ORGULHO DE SER BRASILEIRA POR VARIOS MOTIVOS ENTRE ELES POR SER
UM PAÍS LINDO COM UMA BANDEIRA LINDA E COM UM POVO GUERREIRO BATALHADOR
E ALEGRE ESSE É O BRASIL."

O clima em Belém é quente e úmido, influência direta da floresta
amazônica, onde as chuvas são constantes. As incontáveis mangueiras
existentes nas ruas da cidade - daí o título de Cidade das Mangueiras -
ajudam a amenizar o calor, principalmente nos meses mais quentes de
julho a novembro quando a temperatura pode chegar a 38 graus. Além de
aliviar o calor, as mangueiras ornamentam a cidade e fazem a delícia dos
amantes da manga, já que em janeiro e fevereiro, época da safra, Belém é
inundada pelo fruto.

Cidade das Mangueiras
Av. Gov. José Malcher no Início de século passadoA necessidade de
arborizar cidades é notória, principalmente em cidades da zona
equatorial, onde a incidência de radiação solar é bastante elevada, em
Belém, de meados século XIX iniciou-se o plantio de mangueiras para esta
finalidade, fotos de postais da fase áurea da borracha, mostram como
eram os principais corredores da cidade com os seus "túneis de
mangueiras".Av. Portugal
Quem mora em Belém, pelo menos nas áreas mais centrais, está muito
acostumado a vê-las e a juntar mangas na rua, depois da chuva o de uma
ventania qualquer - gesto tão característico dessa gente que também teme
"levar uma doída mangada". Quem de nós ainda não deu aquele suspiro de
alívio ao ver um fruto cair bem pertinho, causando um baita susto, ou
teve a lataria do carro amassada e o pára-brisa quebrado por um deles?
Amasso de manga nem chega a ser causa de desvalorização do veículo na
hora da venda, aqui, de tão comum.
Túnel de mangueiras na Praça da RepúblicaTriste é quando, em vez da
manga, o que cai é a própria mangueira. Algumas centenárias
representantes da espécie acabam por tombar, por motivos diversos, que
vão desde a sua velhice a atos de vandalismo, passando, na nossa
opinião, pelas podas e maus-tratos. Muitas vezes já tentamos, em
conversas com técnicos do serviço público, entender as verdadeiras
deformações que sofrem essas árvores por ocasião de serviços de
manutenção da rede elétrica, telefônica e de esgotos, sem chegar a uma
compreensão do fato. Já até recebemos a explicação que a culpa é de quem
escolheu as mangueiras para arborizar a cidade, visto que não são
adequadas para isso. Será mesmo? Bem que gostaríamos de ver os bairros
da periferia cheios de mangueiras, justificando o apelido da cidade.
Coisa de saudosistas, talvez, alguns diriam. Pelo menos não teríamos
ruas áridas, sedentas de verde, em plena Amazônia.Teatro da Paz
As mangueiras são tão familiares para os belenenses, que até esquecemos
sua origem asiática. Aqui chegaram, por volta de 1700, via Nordeste,
trazidas pelos portugueses, depois de descobertas as rotas marítimas
entre a Europa e a Ásia. A espécie possui excelente produtividade, que
abastece o mercado interno e também faz parte dos itens destinados à
exportação. Bem adaptadas ao clima brasileiro, foi possível a produção
de inúmeras variedades, encontradas em grande diversidade de forma,
peso, sabor e cor, que vai do verde ao vermelho intenso. Há, inclusive,
mangas sem fiapos, produzidas a partir do cruzamento de variedades
indianas e americanas, com vantagens em termos de peso, coloração e
resistência às pragas.



Elson Silva, PhD
Av. Dr. Julio Soares de Arruda, 838
Parque São Quirino
13088-300 Campinas, SP, Brazil
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2 comentários:

Bruno disse...

obrigado serviu para meu trabalho do colégio bruno

Bruno disse...

vlw para meu trabalho do colegio